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Quadros de Monet e Matisse batem recordes em leilão da coleção Rockefeller

Os quadros "Nymphéas en fleur", de Claude Monet, e "Odalisque couchée aux magnolias", de Henri Matisse, bateram recordes para obras dos dois artistas no leilão da coleção de Peggy e David Rockefeller realizado nesta terça-feira em Nova York.


EFE

Nova York - No leilão beneficente, organizado pela casa Christie's, a tela de Monet, com tamanho de 1m60 por 1m80 e que foi pintada entre 1914 e 1917, foi vendida por US$ 84,6 milhões.


EFE/ ALBA VIGARAY
EFE/ ALBA VIGARAY

Já o óleo sobre tela que Matisse pintou em Nice em 1923, de 60,5 cm por 81,1 cm de dimensão, foi arrematado por US$ 80,7 milhões.

A obra "Fillette à la corbeille fleurie", que Pablo Picasso produziu em 1905, foi vendida por US$ 115 milhões. Este é o mais alto valor obtido até agora por um dos itens que formam a coleção do casal Rockefeller.

Membro de uma das mais poderosas famílias de banqueiros da história e filantropo, David Rockefeller, que faleceu em março de 2017, aos 101 anos, decretou em testamento o leilão de algumas de suas obras de arte e outros objetos valiosos, com renda revertida para instituições de caridade.

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