A segunda edição da feira internacional do mundo editorial ''Tempo de Livros'' celebra hoje na cidade de Milão os 50 anos da primeira publicação na Itália das tiras cômicas de Mafalda.
Prensa Latina
Roma - A chegada a este país há meio século da menina rebelde e contestadora criada pelo argentino Joaquín Salvador Lavado, Quino, será abordada pelos escritores Paola Calvetti e Fulvio Scaparro, no marco do evento que acolhe cerca de 1.200 convidados e 425 expositores, em mais de 850 atividades programadas.
Magazzini Salani - editor italiano de Mafalda desde 2006 - apresentará o volume 'Tutto Mafalda', publicado em 2016, com detalhes da famosa personagem e seu criador, para benefício do catálogo dessa editora e dos leitores, especialmente os mais jovens que a conhecerão por essa via.
A reprodução das tiras originais presta homenagem à primeira aparição de Mafalda na Itália, através de uma antologia publicada em 1968 pela editora Frentinelli.
Um ano mais tarde, a editora Bompiani publicou 'Mafalda, a contestadora', com prólogo do escritor italiano Umberto Eco, que qualificou a personagem como uma 'verdadeira heroína, rebelde, que rejeita o mundo tal como é'.
Para a fama da 'pequena personagem de papel e tinta' que conquistou o direito de ser respeitada como real, contribuiu também, em sua época, o jornal Paese Sera, o primeiro a acolhê-la em suas edições diárias.
Além da celebração na feira pelos 50 anos, em outubro próximo será lançada no Museu Diotti, situado na localidade lombarda de Casalmaggiore, uma mostra itinerante sobre a Declaração dos Direitos da Criança ilustrada por Quino, com reproduções das tiras originais.
Em 2004 foi apresentada igualmente em Milão a mostra 'De viagem com Mafalda', para comemorar os 40 anos da primeira publicação da personagem, a qual percorreu durante um ano as cidades de Roma, Nápoles, Pavía, Veneza e Bolonha, entre outras.
A reprodução das tiras originais presta homenagem à primeira aparição de Mafalda na Itália, através de uma antologia publicada em 1968 pela editora Frentinelli.
Um ano mais tarde, a editora Bompiani publicou 'Mafalda, a contestadora', com prólogo do escritor italiano Umberto Eco, que qualificou a personagem como uma 'verdadeira heroína, rebelde, que rejeita o mundo tal como é'.
Para a fama da 'pequena personagem de papel e tinta' que conquistou o direito de ser respeitada como real, contribuiu também, em sua época, o jornal Paese Sera, o primeiro a acolhê-la em suas edições diárias.
Além da celebração na feira pelos 50 anos, em outubro próximo será lançada no Museu Diotti, situado na localidade lombarda de Casalmaggiore, uma mostra itinerante sobre a Declaração dos Direitos da Criança ilustrada por Quino, com reproduções das tiras originais.
Em 2004 foi apresentada igualmente em Milão a mostra 'De viagem com Mafalda', para comemorar os 40 anos da primeira publicação da personagem, a qual percorreu durante um ano as cidades de Roma, Nápoles, Pavía, Veneza e Bolonha, entre outras.
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